Quanto pior tratamos uma criança, pior ela pensa que é.




Há feridas que não são vistas, mas que podem se alojar profundamente em nossa alma e conviver conosco pelo resto das nossas vidas, são as feridas emocionais.


Algumas pessoas terão mais facilidade em superará-las, enquanto outras ficarão emocionalmente  presas àquele episódio independente do tempo que tenha passado.


É na infância que construímos o alicerce para o nosso “eu” adulto, então, as vivências nessa fase poderão definir o modo como iremos nos portar ao longo da vida.


Uma criança que sempre recebeu críticas severas quando errava, mesmo durante uma brincadeira, quando adulto terá o conceito de que errar é algo inadmissível, o que poderá configurar em um limitador do seu potencial criativo.


As crianças precisam de afeto, de contato físico, de brincadeiras que estimulem a criatividade e a interatividade. Elas precisam de pais apaixonados por elas, não de um tablet que acabou de lançar. De nada adiantará enchermos os quartos dos nossos pequenos de brinquedos importados, se não temos tempo, capacidade ou interesse em sentar em sua cama e ler uma história para eles.


O afeto não custa dinheiro e é o bem mais precioso que podemos ofertar às nossas crianças. Uma pessoa que não recebeu afeto na infância experimentará uma sensação de vazio interior que nada poderá suprir...


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